sábado, junho 30, 2007

O mundo em que vivemos

Quando aconteceu o atentado do 11 de Setembro ouvi na televisão depoimentos de portugueses entrevistados na rua que “Isto é um problema deles, não é nosso, não temos nada a ver com isto”, “Temos pena mas é lá com eles”.

Os portuguesinhos têm uma tendência muito curiosa para saltar de certos “barcos” seguindo, erradamente e de forma ignorante, o conceito de que nós não andamos metidos em filmes de cowboys e índios, que o nosso jardinzinho à beira-mar plantado está acima de qualquer catástrofe e que ninguém nos quer mal. Só que não podemos fechar os olhos ao que se passa fora das nossas portas, sobretudo porque o futuro é cada vez mais incerto.

Não era difícil prever que um atentado daquelas proporções teria consequências devastadoras. Se o IRA e a ETA são “bairristas”, os movimentos árabes já não se contentam em fazer saltar as próprias cabeças, têm um gosto especial por “viagens” e um ódio de estimação por Israel e pelos Estados Unidos, agora alargado a Inglaterra pelas razões óbvias. Mas também sabemos que os ingleses não são para brincadeiras e quando o país de Sua Majestade, ou a paz mundial, corre perigo eles não estão com paninhos quentes e ideias de jerico, metem-se ao trabalho e mostram o que é ter sangue na guelra.

Na minha opinião, se ainda não fomos brindados com algum “presente” é porque somos mesmo o Portugal dos Pequeninos e não mandamos nada, somos mandados e eles não são parvos, são apenas criminosos experientes. E não é que não lhes esteja atravessada a nossa posição de nos colocarmos, e muito bem, ao lado dos States, só que devem ter pensado: “Portugal? Aquilo é arraia miúda e nós queremos é peixe grande”. Mas não podíamos ter feito outra coisa, afinal somos aliados de ambos os países e não podemos estar sempre de mão estendida, há que cumprir os acordos e sobretudo retribuir as ajudas, afinal sem a intervenção fundamental dos Estados Unidos e da Inglaterra na 2ª Guerra hoje andávamos ao som do “Sieg Heil” e em vez de comer Pastéis de Nata comíamos “Apfelstrudel”. Assim, podemos degustar na mesma os ditos bolinhos e, melhor ainda, podemos enfardar até à exaustão as divinas Bolas de Berlim, com e sem creme, e em vez do “Sieg” temos o som do nosso inconfundível, profundo e característico “Vai badamerda!”.

Mas afinal que pretendem os terroristas? Uma guerra entre protestantes e católicos? A independência de uma região? Mostrar ao mundo ocidental que o Alcorão é o detentor da Verdade? Não, tudo isto se baseia em mentes distorcidas, ensanguentadas, sedentas de poder, de dinheiro e de domínio absoluto. Bem tem feito Israel ao ignorar tantas críticas mundiais e defender o país como acha que tem de ser feito, até porque é óbvio que a Palestina não passa de um ponto obscuro no mapa, regido por fundamentalistas inúteis, um país que põe crianças na rua para combater e que a única cultura que lhes transmite é o ódio. Ódio, Poder e Domínio, estas são as divisas da quase totalidade do mundo árabe e de alguns grupos extremistas ocidentais e só não sabe como funcionam, e o que pretendem, quem não quer ver ou admitir.

Hoje foi em Glasgow, qual será o próximo visado ainda não sabemos, temos é a certeza de que isto é um poço sem fundo e que os dias de hoje são tudo menos pacíficos. Eu continuo a dizer que um atentado é um problema de todos nós, que temos de mostrar a estes energúmenos a máxima repulsa e a decisão inequívoca de os travar.

8 comentários:

Japonesa disse...

kakauzinha, muito bem "falado". aplausos.

não tirando qualquer sentido à enormidade destes "movimentos" (como gosto de lhes chamar), e entenda-se movimentos em todo o sentido da palavra, imprimindo-lhes dinâmica, crescimento, alargamento, deslocamento e evolução no tempo ... etc., gostaria apenas de deixar uma nota referente a este tipo de atitudes de extrema agressividade e violência que, para a maioria de nós parece inexplicavel.
repudio sim, tanto, tanto, aquele meu próximo, o sociopata, o pedófilo, o pérfido, o que tira prazer do sofrimento alheio fazendo disso um espasmo orgasmico de que se alimenta para continuar vivo. repúdio tanto, tanto, aquelas mães e aqueles pais aqui tão próximos que violam os filhos e os mutilam todos os dias, tornando-os incapacitados para a vida na sua plenitude.

é que é triste, é tão derradoramente triste, mas esses ditos "movimentos" que provocam tanto terror e sofrimento e o espalham pelo mundo, não passam de uma continuidade das cruzadas de outros tempos. no entanto, seguem uma ideologia, um objectivo dito "maior". enquanto os outros... os outros andam por aí espalhados, misturados, infiltrados e sem fardamento ou suásticas que os identifiquem... os outros, andam, não em vagas ou movimentos, simplesmente existem.

foi só uma notita de rodapé e tal.

kakauzinha, adorei o tema, e gosto tanto de te ler.

:-)***

OvelhaNegra disse...

Vadiei por alguns dos post´s...
«Conheço-vos» o que me coloca uma tarefa ingrata: comentar-vos a todos.
Optei por o não fazer.
Deixo neste último post um comentario geral.
Continuem. Deixem brotar o que vos alimenta, atormenta ou indigna.
As palavras quando bem usadas podem ter a suavidade duma flor ou a força de uma bala.

Um sorriso.
Um beijo*

(helene...)

Anónimo disse...

´.. há bombas na palestina, ha feridos em israel... e tu e eu o que temos que fazer fazer?! talvezzz f..., talvez f....´

(e vai abaixo.. e vai acima...)

um

Cookie disse...

(Vou deixar aqui um beijinho especial pronto)

helene beijo pra ti =)

*

St@rlight disse...

Antes de ontem li uma noticia terrível: no Afeganistão, os terroristas armadilharam um colete numa criança de 6 anos, dizendo a ela que quando carregasse o botão, ele se treansformaria em flores. Deram instruções ao inocente infante, para se dirigir a um grupo de soldados americanos. Mas o anjinho ao chegar ao pé deles, disse a eles que estava armadilhado e lavado em lagrimas contou o que lhe tinham feito e dito. Entretanto agora a criança está com a familia, e de boa saúde.
Depois disto, não sei o que mais há a dizer destes assassinos... Destes fanáticos de sangue...
Na sua sede de poder, dinheiro e armas. Tribalistas.... mas sem humanidade. Esclavagistas das mentes pobres e dependentes de um naco de pão... ou agua sã, um trapo para cobrir os ossos, uma casa ou um simples dia de paz.

Ponham os olhos na Arábia Saudita.
Nenhum subdito do rei (arabe saudita ) trabalha: recebe uma pensão do estado, visto que este divide as suas riquezas com os seus subditos. É o seu dever de rei e senhor do seu povo. Também la há miséria, há fome, há bairros de lata, pois há... mas não são sauditas... são emigrantes de outros paises, que para lá vão trabalhar, e servir, a troco de um ordenado, em carradas humanas á espera de la encontrar um paraiso. De terem uma oportunidade de ganhar dinheiro... Tal como aqui ou nos Estados Unidos, etc. E tal como em qualquer sociedade ocidental, o Estado não é obrigado a subsidiar os estrangeiros.
Mas como em rigor cumprem o Alcorão e a palavra de Alá, não os expulsam, e proporcionam a estes miseráveis, trabalho nas inúmeras obras megalomanas, excentricas, grandiosas, (ou não) q executam la. Eles querem mão de obra especializada, de boa qualidade e com elevado estatuto técnico. Pagam bem... têm muito... muito dinheiro para gastar e fazem-no.
Mas não entram em guerrinhas de poder. Se existem tomadas de poder, golpes de estado, é entre as proprias cabeças reais... não envolvem plebeus ou exercitos mal governados.
Sei de inumeras historias deste país... algumas bem humanitárias.
A mãe de uma ex-patroa minha trabalhou la. Num ateliê q so vestia princesas. Uma vez houve um boom de modas e as princesas andavam numa roda viva entre Paris, Milão e Nova York... o ateliâ estava a parar... significava o despedimento compulsivo de dezenas de mulheres estrangeiras. Mas uma princesa, sabendo disto, e irmã de mais umas 6 da mesma Casa Real, estava grávida... Arranjou maneira de este ateliê fazer tantos fatos, quantos os necessários para fazer 4 mudas por dia, durante o seu período de gestação... e todas as semanas exigia fazer uma festa em homenagem ao rebento por nascer, exigindo q suas irmãs vestissem uma cor por cada festa. E que uas amigas, familiares e ilustres convidados tivessem q ter um guarda roupa bem a condizer com a ocasião.
Chegavam os mais ricos tecidos e as mais finas jóias de todos os cantos do mundo e dos mais prestigiados costureiros do mundo, em exclusivo!
O ateliê não fechou, e eram sacas de dólares depositados todas as semanas nos seus escritórios. As costureiras eram deslocadas em jatos particulares para fazerem as provas, etc. (isto é real)
Eram tantas as encomendas q mais meia duzia de ateliês foram fundados por empresários proeminentes, que esperavam uma oportunidade para terem algo a servir á sua casa real. Não faltou trabalho.... não faltou pão.

No livro dos escritos do Alcorão, segundo reverentes Omãs e Rabis, nada lá está escrito para matar impondo a fé. Nada la consta para vingar nos inocentes e através de inocentes, a sua religião. Nada la consta para usar o engodo, o engano, o disfarce, a armadilha, a usurpação, a tortura, o terror, nos seres humanos, para espalhar a palavra de Maomet, divino seguidor de Alá. Nada lá consta, está escrito, nem se ensina nas santas mesquitas, que proclamam a religião Islamica, neste sentido ou desta maneira para difundir a sua fé.
Nenhum arabe, muçulmano, islamita pode afirmar q este tipo de acção, atitude ou mesmo forma de impor a suas leis é esta ou similar. La fala-se na Guerra Santa.... a Jihad, mas não assim... não desta forma. Trata-se de uma "guerra" de fés... não de sangrentos combates, homicídios e genocídios bombistas. Urdindo formas de atingir os fins, sem olhar a meios. A fé, não se impõe... busca-se.
Estejamos atentos ao que nos rodeia... Afinal... para atravessarem o atlantico, passam aqui por cima ou mesmo ao lado, senão por meio de nós.
Tenhamos pois tento na lingua, não vão eles também alegar a vingança das invasões dos Cruzados e Templários.
A história da humanidade meus caros... é um ciclo. Uma pescadinha de rabo na boca... de tempos a tempos, espantosamente e por incrível pareça, algo se repete igualzinho... procurem la nos reconditos da história...
Dou-vos um exemplo: o muro de Berlim (de betão) agora mudou-se para a Faixa de Gaza... Para as fronteiras dos EUA com o Mexico...
Sempre houve de tempos a tempos um estadista mégalomano... fascista... opressionista... excêntrigo... Adolf Hitler versus Hugo Chavez??
(e comparamos Bush com quem?...)
As Mães de Maio na Argentina versus as Mães Muçulmanas...
Enfim...

kakauzinha disse...

St@r, o Muro de Berlim dividiu a Alemanha em duas, separou famílias e amigos da mesma nação, da mesma língua, da mesma bandeira. O muro de Israel defende os israelitas da barbárie palestiniana que se aproveitou do facto das mulheres e das crianças não serem revistadas na fronteira para as enviar carregadas de explosivos. Não faríamos nós o mesmo se vivêssemos em constante sobressalto, temendo pelas vidas dos nossos?

E que diferenças há entre Israel e a Palestina?

A primeira é uma nação que trabalha para fazer da sua terra um porto de abrigo para todos os que a habitam e para os compatriotas espalhados por todo o mundo, para que possam voltar tranquilos sempre que quiserem.

Quem são os israelitas na sua maioria e esquecendo facções extremistas que não são o espelho da sua mentalidade? São gente de bom coração, "formiguinhas" ordeiras que labutam para terem o celeiro provido nos dias cinzentos. Transformaram os seus magros recursos naturais em bens que enriqueceram o país, investindo na educação, na tecnologia, no turismo, transformaram o deserto num jardim.

Quem são os palestinianos? Excluindo a fatia dos que sabem que estão a ser governados por dementes assassinos, temos uma terra de paus e pedras, de miséria, de obscurantismo e de violência. Que fez o Arafat pela Palestina? Onde aplicou a fortuna que fez dele um multimilionário? Aplicou-a nele, nele e mais nele. Onde está aquela mulherzinha repelente dele e igual a ele? Em Paris! E que fez ela? Passeia-se nos Champs Élysées, ora pois então!

Bush, pois, Bush. Metê-lo na mesma senda de Hitler ou Chávez seria um despautério. E as imagens dos mexicanos a entrar desenfreadamente nos Estados Unidos sem cumprir as regras faz-nos pensar no que seria se de repente os chineses, por exemplo, se lembrassem de mudar de ares em grande escala e resolvessem brindar-nos com alguns milhões de adeptos aterrando sem rei nem rock nas terras lusas! Se mesmo assim eles já nascem como cogumelos, imagina se entrassem sem permissão, passávamos a comer shop suey todos os dias e lá se ia o cozidinho à portuguesa, e não seria de modo nenhum... um negócio da China!

Muito se critica o Bush, muito se diz mal dos States, mas quando foi preciso libertar o Koweit calou-se tudo muito bem calado e quem foi lá? Os "amaricanos"! 11 de Setembro, pois, que horror! Mas que fez a Europa e o mundo civilizado? Ah, lamentamos tanto, isto não se faz! E posteriormente tanto se "pastelou e enrolou" nas Nações Unidas que o Saddam teve tempo de encobrir as tais armas e outras coisas mais, acobertado por aldrabões profissionais de países como a Síria.

Nota: Excepção, sempre, a Inglaterra, and God Save...Tony Blair...and the Queen as well.

E Granada? Invadida pelos imperialistas? Não, "invasão" a pedido dos próprios granadinos. Mais alguém lá foi?

Vejo muitos dos nossos políticos e comentadores criticarem exacerbadamente os Estados Unidos mas sempre que podem estão lá caídos, a fazer comprinhas nas lojas fashion de Manhatten e depois vem para cá cagar postas de pescada e passear os trapos e os calcantes de marca. Aquilo é um país de imperialistas mas... é bommm!

Erros? Somos todos culpados, todos! Não há país no mundo que não tenha os seus podres, a sua história manchada de sangue e de injustiça, mas uns mais do que outros, oh se muito mais, porque se uns seguiram a via do progresso, os outros regrediram muito para além da Idade das Trevas, talvez com o Irão a liderar. Nem falo de África porque tenho medo dos leões, os que ainda existem e que não foram comidos.

E as "liberdades" "fantabulásticas" do comunismo, os grandes "libertadores liberais" Staline e Lenine? Uma "pérola" na História! E a Sibéria? Uma estância de lazer e meditação para acalmar mentes delirantes. E a Coreia do Norte, e o Cambodja, e Cuba? Ah Fidel, grande "democrata", grande "inteligência", grande "mecenas"! Perdia-me a arranjar-lhe adjectivos para o "louvar".

Epílogo: tive colegas israelitas no colégio, anos 68-71. Uma delas na minha turma, a Clara, as irmãs dela colegas da minha irmã. Gostei daquelas meninas de nariz vincadamente judeu, educadas, sorridentes e simpáticas, traduzindo um amor pela pátria que faria inveja a qualquer um de nós, desejando voltar para sempre.

A Rifka, mais velha do que eu uns 3 ou 4 anos, uma ruiva sardenta sempre positiva, sempre alegre, sempre com uma palavra carinhosa para todos. Nunca olhou para os mais novos como os pitinhos incomodativos e como íamos no mesmo autocarro do colégio para casa conversámos várias vezes sobre o seu país. Mais uma vez vi uns olhos muito brilhantes com uma luz especial a brotar do coração, louvando uma pátria muito amada.

A Rifka partiu para Israel, tinha 18 anos, foi alistar-se no exército. À pergunta geral: "E não tens medo?" a resposta veio calma e segura "Vou defender a minha Pátria!". Grande e querida Rifka.

Não sei se ainda é viva, se as "Claras" o são, o que lhes aconteceu, mas espero que estejam todas bem e felizes.

Quanto ao Arafat, ao Staline, ao Lenine, ao Hitler, não lhes digo "paz às vossas almas". E quando o Fidel voltar para as entranhas do inferno onde foi gerado vou achar que é pouco, muito pouco, o inferno é apenas uma lareira para quem deixou tanto "serviço" prestado em vida.

"Muros"? Por acaso tínha-nos feito jeito um para impedir Otelos, Soares, Cunhais e afins de transformar este país num festival de marretas, pobrezinhos, e mendigando esmolinhas à CE. Que estará a dizer o Afonso, só para mencionar um dos Homens que este país já teve.

Mas está bem, tudo o que aconteceu de mau foi culpa do Salazar, ele continua a arcar com tudo o que de mau acontece por cá. Não chove? É culpa do Salazar! Ficámos sem a "pesada herança" de ouro? Vendemos (porra, não fui eu, foi o Soares, caraças!) as colónias com a "brilhante" e "histórica descolonização"? É tudo culpa do Salazar! Passaram-se 33 anos mas a culpa é toda dele!

Ah Salazar, deves estar a rir-te à gargalhada com o Caetano, ao ver que das armas e dos barões assinalados só resta um bando de cagões engalanados em feitos inexistentes e na sua própria miséria, fazendo das terras lusas chacota geral e colocando-nos na cauda da Europa. Ai liberdade, liberdade, é bom ser livre e ter como representação nos resultados das eleições a Abstinência! Boa!

Guerra do Ultramar? 13 anos é muito tempo, erro crasso, concordo inteiramente. Descolonização? Não, Autonomia sim, a tempo e horas. Erro do Salazar? Sim, sem dúvida! Mas e depois, depois do 25, como foi? Melhor? Onde? Reconstruiu-se? Sanaram-se os erros? Não, foi o descalabro, a violência, a pilhagem, o roubo. Tanto fizeram e acharam que se havia fome e miséria então alastrou como a peste. E o "acidente" do Sá Carneiro e do Amaro da Costa, onde foram parar provas e peças do avião,onde está a verdade, onde??? 25, melhor? Só para alguns.

P.S. Não me venham com a merda da demagogia, não fui eu que a inventei, vão pedir explicações aos "inteligentes" dos vários "Abril em Portugal" que se seguiram. Eu não vou em ditaduras nem em anarquias.

Se o Pessoa soubesse como estas palavras fazem tanto sentido nos dias que correm!

"Quem te sagrou criou-te português.
Do mar e nós em ti nos deu sinal.
Cumpriu-se o mar, e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal!"

Japonesa disse...

... é incrível, mas sempre há quem os siga e defenda...

como se vê, há de tudo.

St@rlight disse...

(Disse algo de errado.... ou não me fiz entender? é como eu disse... a história da humanidade repete-se de X em X tempo... estranho não é?) Enfim...
Ha sempre culpados e inocentes.
Mas infelizmente, estes, os últimos, são os q (sobre)vivem amordaçados.

"Quando um Homem estúpido, faz algo que o envergonha, diz sempre que cumpriu o seu dever..." BERNARD SHAW