terça-feira, maio 29, 2007
Bem-vindos :)
Quero aqui deixar os meus parabéns aos nossos novos amigos e a quem teve a excelente ideia de os convidar para connosco partilharem os seus vôos.
Sejam muito Bem-vindos :)
Uns já tive o prazer de conhecer, outros terei certamente oportunidade para tal.
Cookie, para ti um Beijinho do tamanho da tua força interior :)*
St@rlight, obrigado pela luz que nos traz :)*
Drakallis, palavras que vivem [[]]
Beijinhos e abraços igualmente para todos os outros já residentes :)
Saudades vossas :)
Deixo-vos a todos um pequeno texto:
"Sê tardio no fazer amigos e constante no conservar a amizade.
Os íntimos que escolheres sejam,
não os que te podem dar maior prazer,
mas maior proveito;
não pessoas que falem o que é agradável,
mas o que é devido;
não que lisonjeiem,
mas que digam a verdade.
Se te acostumares a abrir os ouvidos à lisonja
e a nela te comprazeres,
jamais ouvirás a verdade."
- Juan Luis Vives -
^º^
segunda-feira, maio 28, 2007
um mimo para ti Chainer *
Nas tuas tempestades, só tuas, dentro do teu ser, quero sentir que me sentes presente... como um porto de abrigo para atracar em paz, como um saco de boxe para descarregar tensões, como tudo... o que não se descreve em palavras... o meu apoio, a minha força por ti... a minha presença...conta comigo não apenas no tempo bom,mas também nas tempestades...não apenas nas minhas palavras, mas na minha amizade, no meu abraço, no silêncio,no meu amor, em tudo o que te dou... podes fechar os olhos,sente a minha presença e dá-me a palma da tua mão,sem medo de naufragar...estou contigo.
(autor desconhecido)
Quero mesmo muito ver-te bem. Nao quero que sorrias. Um sorriso pode ser falso. Quero sentir-te bem.
Nao preciso estar ao teu lado pra saberes que estou contigo.Adoro-te e sei que a felicidade te aguarda de braços abertos e porta escancarada. Porque tu mereces!
Emo-te menino*
domingo, maio 27, 2007
E Benvinda Eu =)*
bem vinda juzinha...
e quando se entra uma vez... para sempre recordarás.
:))))
sábado, maio 26, 2007
EU TE ADORO
Eu te adoro
Quando me comes, á madrugada
o pão e a manteiga na tua torrada;
Mechendo o teu leite
que me dás quentinho
saboreando de leve...
o meu chocolatinho.
Eu te adoro
Quando me comes, ao almoço
a sopa é o prato mais delicioso;
Com teus sorrisos
fazes-me uma linda boca
no teu compasso manso...
que me deixa com fome louca.
Eu te adoro
Depois de minha ceia,
devoras com a fome que te incendeia;
Contigo bem perto
em cima de minha mesa,
tão bem preparada...
onde me deixo para a tua chegada.
Eu te adoro
Quando me deixas acordada,
em noites brancas sem te pedir nada;
E me elevas pela madrugada
sacio-me no teu corpo suado e quente,
e quase nunca fico saciada...
sexta-feira, maio 25, 2007
AMPLIDÃO
http://www.youtube.com/watch?v=uZ1bq4pq39E
Deixa eu te guardar, a casa é sua
Faz em mim teu lar, me reconstrua
Queira me habitar onde eu me escondo
Faz deste lugar só seu no mundo
Eu quero ser onde você sossega a alma
E chora e ri
E encontra a calma pra sonhar, sem dormir
Vem acender as luzes que iluminam o meu coração
Vem ter comigo sua parte da amplidão
De minha parte, eu estou aqui...
Eu quero ser onde você sossega a alma
E chora e ri
E encontra a calma pra sonhar, sem dormir
Vem acender as luzes que iluminam o meu coração
Vem ter comigo sua parte da amplidão
De minha parte, eu estou aqui...
---»» by Chico César
Reflexões
Os pavores que povoam o meu coração e meus pensamentos, assaltam-me todos os dias, e a demasiadas horas até…
A duvida, o porquê, do “e se…”. As incertezas... cruéis e nem sempre sem sentido...
Este último, o que mais rasga as minhas entranhas doridas, sofridas…
Demasiado frágeis para duvidar jamais.
Cada momento de edílio feliz, sorriso fácil, apaga o momento amargo anteriormente chorado.
Mas assim que ele, o momento, se afasta no tempo… logo me assaltam os medos.
Aqueles que me tiram o sono, me amargam a boca, molham meus olhos, acrescentam mais uma ruga… me vergam a espinha, me trucidam… calma e friamente… sem dó nem piedade.
A duvida do amanhã…
Que tudo não passa de um sonho… de algo que seria bom...
Que pela primeira vez….
Enfim…
Um dia escrevi algo assim:
"...aaahhh como eu queria ser livre
de me perder em rasgos de felicidade
de dar largas á esperança e ao amor...
por um só dia...
mas que fosse verdade."
Nada me dá certezas, nada me assegura, nada…. O que eu tenho, e na realidade sempre tive, é nada!
Um vácuo, uma espera… um buraco no tempo… uma coisa que nem sei o que é.
Preenchido aqui e ali... como bordados em uma toalha alva e imensa... cheia de recortes.
Dirão porventura… aaahhh… mas sempre há uma coisa!
Que coisa? Qual coisa? Mas há alguma coisa????
Não digo coisa com coisa, não é?
Melhor : não se passa coisa alguma…!!! Ou passa??
Para além das coisas que me passam pela cabeça, passa-se muita coisa de facto.
Coisas estéreis… ou não.
Coisas fúteis… ou não.
Coisas frias… ou não.
Coisas inúteis… ou não.
Coisas… minhas.
A melhor coisa…. A melhor de todas as coisas… é a que me assalta de momento…
A única que me dá uma réstea de luz… de esperança.
A única…
Pobre de mim… só uma me basta.
Tal é a minha pobreza no vazio, e párida de uma existência vulgar, comum, e fugaz…
Demasiado curta, com pouco tempo para usufruir o pouco que me poça calhar.
O resto de outros ou outrém. O que sobra.
Temo que no ultimo instante tudo se desvanece… fica sem efeito ou causa.
Que, apesar de tudo, contra mim tudo se modifica… e nada fica.
Que mais uma vez a crueldade da vida me acompanhe nos dias e noites frias… vazias.
Que a espera desespere quem dela depende.
Que se perca tudo no tempo e na memória… e passe a ser apenas, uma doce recordação.
Um simples devaneio. Um desvio de conduta ou no percurso dito “ o correcto”.
Uma curva apertada que deu em despiste…. Sem consequências de maior.
Apenas danos colaterais… previsíveis.
Que este meu percurso, esta caminhada de vida que Deus ou Alguém superior tão displicentemente nos consede, não seja bem aproveitado, ou mesmo dado um sentido de valor.
Que nas andanças e desandanças não tenha aprendido, consertado ou mesmo dado em... nada!
Que o que eu fiz ou desfiz só me prejudicou, ou fiz mal a alguém.
Se um dia alguém me disser: tu a mim, a tua pessoa, so me fez perder meu tempo...
Acho que morro na hora. Desapareço. Sumo no mundo... porque afinal, de nada me valeu o meu empenho, sinceridade, dedicação ou mesmo um sentimento nobre.
Mas deste medo eu acho que não tenho. Pensando bem... não tenho mesmo!
Se algo me fizer recuar, hesitar ou mesmo desistir, não é isto.
O meu medo??
É este:
Não terem tempo para mim;
Não haver espaço no tempo para eu existir;
Não marcar a minha presença;
Não haver uma boa memoria de mim;
Não saber existir no tempo;
Não ter, não haver, não existir, não ter o direito de…
Não ter tempo… tempo para amar.
domingo, maio 20, 2007
pegando no principio do pensamento profundo...
pensamento profundo é aquele que me faz reagir quando penso em tantas pessoas que se sabem, que finalmente até se aprenderam, que sabem o caminho para se aperfeiçoarem, mas decidem deambular única e exclusivamente por aquele que estava tão recôndito dentro de si (e que é suposto assim continuar, nesse lugar recôndito).
quando se envereda por caminhos que buscam entender o mais intimo do ser e se verifica que depois de se descobrir a dor, esta é viciante, que depois da primeira dor profunda, a busca por dores ainda mais profundas é inevitável, e quando se sabe que isso deixa de ser saudável e é até impeditivo de se conseguir alcançar a liberdade de uma forma diferente daquela em que a morte é a solução única para a libertação da dor última, o retorno parece praticamente impossível.
há que ter atenção e extremo cuidado quando se entra em escalpelização dos sentidos e racionalização de todos os sentimentos. o caminho diferente da morte para essa libertação existe. basta aceitar que as coisas são porque são e que não precisam de razões para o ser. basta que nos aceitemos como seres basicamente simples e cuja liberdade se atinge unicamente dentro dessas premissas: as da essência, da simplicidade nua e pura. e que complicar, apenas nos afasta terrivelmente do nirvana.
e entender também que a capacidade de raciocínio do ser humano pode e deve de ser canalizada para conviver em harmonia com o lado sensorial, e não em eterna competição. quem vive em eterna competição é aquele que se coloca na vida como se esta de um jogo se tratasse. sendo que se assim for, o adversário maior e único é aquele que mais pureza encerra: a própria natureza. e quando tu julgas que estás a jogar, estás de facto única e simplesmente a tentar adiar a tua derrota, esta sim, inevitável. uma luta inglória para aqueles que julgam ser exímios jogadores. e uma perda de energias, quando estas poderiam ser simplesmente canalizadas para um estádio de harmonia.
(ainda gostava de saber se alguém entendeu algo do que eu quis dizer, mas se não entendeu se calhar é porque acabei por complicar tudo, aposto.)
:-)
Like the sound of silence calling
I hear your voice and suddenly I'm falling
lost in a dream
...
when you say you love me
the world go still, so still and silente...
when you say you love me
in a moment I know that I'm alive
...
sexta-feira, maio 18, 2007
Os Dias...

Os dias não se descartam nem se somam
são abelhas que arderam de doçura
ou enfureceram o aguilhão: o certame continua
vão e vêm as viagens do mel à dor.
Não, não se desfia a rede dos anos: não há rede!
Não caem gota a gota de um rio: não há rio!
O sonho não divide a vida em duas metades
nem a acção, nem o silêncio, nem a virtude:
A vida foi como uma pedra, um só movimento
uma única fogueira que reverberou na folhagem.
Uma flecha, uma só, lenta ou ativa, um metal
que subiu e desceu queimando‑se em teus ossos.
'Pablo Neruda'
