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segunda-feira, julho 16, 2007
Os sociopáticos, as omeletes à champinhon e sei lá...
É curioso ser-se o fundador do pecado.
De facto ele sempre existiu, aliás, foi o que nos possibilitou esta vida de prazeres e sensações pecaminosas.
É curioso ser-se notado por se usar um termo tão frequente, mas que não lhe dão nome, porque quase tudo o é.
Deve ser dos meus olhos.
Deus segredou-me ao ouvido que para além dos poços fundos do abismo existe a luz.
Ainda me consigo arrepiar de sentir.
[o título acima é só para coiso...]
De facto ele sempre existiu, aliás, foi o que nos possibilitou esta vida de prazeres e sensações pecaminosas.
É curioso ser-se notado por se usar um termo tão frequente, mas que não lhe dão nome, porque quase tudo o é.
Deve ser dos meus olhos.
Deus segredou-me ao ouvido que para além dos poços fundos do abismo existe a luz.
Ainda me consigo arrepiar de sentir.
[o título acima é só para coiso...]
domingo, julho 15, 2007
na senda da sociopatia
ainda na senda da sociopatia, que se olhe com olhos de ver as características dos sociopatas. que se olhe com olhos de ver que a sociopatia não é uma doença assim tão desconhecida de todos.
que se olhe para os comportamentos de tanta gente: dos vizinhos, dos familiares, dos amigos e dos pretensos amigos; dos pais dos amiguinhos dos nossos filhos; dos que nos governam e dos que nos ensinam.
que se tenha os olhos da mente abertos para não se ser vitima dum sociopata latente e muito menos de um dos outros, dos mais dissimulados, os mais perigosos.
que o facto de uma infância mal construída, não sirva de paliativo ou desculpa para este tipo de comportamentos. e que se aprenda a viver alerta, mas num caminho certo e um carácter medido por um prumo de verticalidade acima de tudo.
e que se tome verdadeira atenção no que tantos sociopatas que por aí andam espalhados, imiscuídos, disfarçados conseguem ir fazendo das pessoas minimamente sãs, puras e em busca do equilíbrio próprio.
e sim, que se saiba desmascarar à vista de todos, os sociopatas nossos "amigos", nossos companheiros de vida.
que se olhe para os comportamentos de tanta gente: dos vizinhos, dos familiares, dos amigos e dos pretensos amigos; dos pais dos amiguinhos dos nossos filhos; dos que nos governam e dos que nos ensinam.
que se tenha os olhos da mente abertos para não se ser vitima dum sociopata latente e muito menos de um dos outros, dos mais dissimulados, os mais perigosos.
que o facto de uma infância mal construída, não sirva de paliativo ou desculpa para este tipo de comportamentos. e que se aprenda a viver alerta, mas num caminho certo e um carácter medido por um prumo de verticalidade acima de tudo.
e que se tome verdadeira atenção no que tantos sociopatas que por aí andam espalhados, imiscuídos, disfarçados conseguem ir fazendo das pessoas minimamente sãs, puras e em busca do equilíbrio próprio.
e sim, que se saiba desmascarar à vista de todos, os sociopatas nossos "amigos", nossos companheiros de vida.
sexta-feira, julho 13, 2007
Distúrbio de Personalidade Dissocial (Sociopatia)
Chamado, pelo autores franceses, de "insanité sans délire" (insanidade sem delírio) ou, pelos alemães, de "insanidade moral". O termo descreve indivíduos com marcado egocentrismo que não têm deferência normal pelas outras pessoas, manipulando-as, como quer seja necessário, para atingir seus objectivos. Suas armas são o charme, a sedução, a intimidação e a violência, usadas, assim, progressivamente, de modo cada vez menos subtil, no caso de as outras pessoas não se comportarem da maneira como o sociopata quer.
Existem graus muito variados de distúrbio de personalidade, que vão desde a pessoa considerada apenas "chata", "inconveniente", "patologicamente egocêntrica", até os casos de matadores e estupradores em série, passando por viciados, traficantes e sequestradores, todos eles muito pouco preocupados com o bem-estar da sociedade.
Algumas pessoas consideram, erroneamente, o distúrbio de personalidade dissocial apenas como doença, quando, na verdade, nada é, também, mais próximo do conceito mais puro de "crime", pois o sociopata tem plena consciência e entendimento dos erros que comete. Existe, actualmente, um movimento nos meios jurídicos da Inglaterra no sentido de enfatizar o dano à sociedade que é tolerar esses indivíduos anormais, mesmo nos casos, muito frequentes, em que a Justiça ainda não consegue caracterizar, formalmente, seus crimes e comportamento habitual altamente lesivo aos demais (Kendell RE, 2002).
Os sociopatas portadores de distúrbio de personalidade dissocial (frequentemente chamados de "psicopatas", em sentido estreito) são exímios simuladores e manipuladores, conseguindo enganar mesmo alguns dos melhores peritos e escapar de promotores e juízes severos.
(...)
O sociopata não é uma pessoa absolutamente insensível, mas sensível apenas a seus próprios sentimentos, desejos e necessidades, como se não enxergasse, no outro, um ser humano, a quem deveria alguma consideração e respeito intrínsecos. Os meios (e as pessoas) utilizadas para atingir seus objectivos parecem-lhe pouco importantes. Não têm noção de ética.
Por outro lado, consegue simular, perfeitamente, uma pretensa emoção, sentimento por outras pessoas, quando assim lhe convém.
O distúrbio de personalidade dissocial não tem tratamento. Os portadores nem, sequer, sofrem com seu distúrbio, mas causam imenso e profundo transtorno às outras pessoas. Há, frequentemente, necessidade, mais ou menos imperiosa, de serem afastados do convívio da sociedade (cadeia ou manicómio judiciário), para bem desta.
Filhos de sociopatas são suas maiores vítimas, condenados a uma vida de sofrimento, violência, privação e punição injustificada e continuada, ao mesmo tempo em que esses pais sociopatas são capazes de exibir, para a sociedade, uma perfeita mas falsa imagem de pais dedicados e zelosos para com seus filhos, uma falsa imagem de "bons cidadãos", de cidadãos pacatos.
O sociopata leva uma vida dupla: mantém uma aparência e actividades cotidianas normais, mas essa imagem não corresponde à sua realidade íntima, anormal, doentia, que só é revelada a suas vítimas, quando estão indefesas.
Características do comportamento de sociopatas:
1) Atitudes impulsivas, incontroláveis;
2) Frieza, insensibilidade com relação às outras pessoas (ausência de piedade, compaixão e altruísmo);
3) Ausência de valores morais ("éticos");
4) Agem como se estivessem acima das leis e da sociedade;
5) Ausência de sentimento de culpa ou remorso;
6) Covardia (só praticam o delito com a certeza de a vítima não poder reagir);
7) Frequentemente, age por motivação sexual;
8) Suas atitudes seguem uma lógica própria;
9) Obtém prazer através da violência;
10) Inteligência normal ou acima da média;
11) Ausência de delírio e alucinação;
12) Conhecem e usam com habilidade as brechas da Lei;
13) Mitomania (grande habilidade para mentir, forjar situações, convencer pessoas a acreditar no que não é verdadeiro);
14) Manipulação (habilidade de induzir as pessoas a fazer o que o sociopata quer, através da mentira, insinuação, produção de falsas "provas", sedução, intimidação, ameaça, violência).
retirado do artigo seguinte:
http://paginas.terra.com.br/saude/medicinahumana/mental/personal.htm#adicional
quarta-feira, julho 11, 2007
A tua ausência magoa..

É impossivel existir sem te abraçar, no meu corpo tu reinavas. Fechava os olhos e então via-te chegar, mas tu não estavas. É impossivel o teu beijo nao querer, o teu perfume esquecê-lo. Fechava os olhos porque te queria ver. Que pesadelo. Eu queria ter-te aqui. Queria estar perto de ti. Pede o sol, pede o mundo.. mas dá-me um só segundo, p'ra estar perto de ti, e então poder ter-te aqui.
sexta-feira, julho 06, 2007
quinta-feira, julho 05, 2007
Noites assim

Noites em que a saudade
se deita silenciosa, perdida
e lentamente nos consome
delineando cada momento
como uma chama, embriagada
que dança ao som do vento.
Sem "mas" nem "porquês"
nostálgica, indómita
rasgando o pensamento!
Noites onde a saudade voa
como a folha de Outono que
se arrasta no chão húmido
pisado por a noite fria.
Noites menina,
num lamento escondido, que
choram memórias de tempos perdidos.
Há noites assim!
Que são verso rimado
numa cantiga de embalar!
Noites...
Adormecidas pela calmia do mar
que num abraço de gigante, bebe
a saudade, e a beija de mansinho.
Há noites assim...
Infinitas, despidas da sua essência!
CosmaShiva.
Saudade...
Em alguma outra vida, devemos ter feito algo de muito grave, para sentirmos tanta saudade...
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua!
Dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista, como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada, se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua preferindo Malzebier, se ela continua preferindo suco, se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados, se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor, se ele continua cantando tão bem, se ela continua detestando o MC Donald's, se ele continua amando, se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por
isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer.
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo agora, depois que acabou de ler...
Miguel Falabella
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua!
Dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista, como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada, se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua preferindo Malzebier, se ela continua preferindo suco, se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados, se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor, se ele continua cantando tão bem, se ela continua detestando o MC Donald's, se ele continua amando, se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por
isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer.
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo agora, depois que acabou de ler...
Miguel Falabella
quarta-feira, julho 04, 2007
Para ti
Hoje transfiro as minhas forças para ti.
Eu sei que não são grande coisa, mas é tudo que te posso dar.
Não resistas,
deixa-as entrar,
um pouquinho que seja.
Que elas te sirvam para continuares a olhar em frente.
Que te ajudem a ver um pouco mais azul.
Que te sirvam para reforçar o teu “eu”.
Se com elas eu conseguir mais um sorriso teu,
mais uma pintinha azul no quadro do horizonte,
então Amiga,
podes ter a certeza:
Sairemos ambos mais fortes.
Para ti ... sim para ti :)******
P.S.: tenho a certeza que se amanhã eu precisar das tuas forças, elas bater-me-ão à porta sem necessitar de convite.
Eu sei que não são grande coisa, mas é tudo que te posso dar.
Não resistas,
deixa-as entrar,
um pouquinho que seja.
Que elas te sirvam para continuares a olhar em frente.
Que te ajudem a ver um pouco mais azul.
Que te sirvam para reforçar o teu “eu”.
Se com elas eu conseguir mais um sorriso teu,
mais uma pintinha azul no quadro do horizonte,
então Amiga,
podes ter a certeza:
Sairemos ambos mais fortes.
Para ti ... sim para ti :)******
P.S.: tenho a certeza que se amanhã eu precisar das tuas forças, elas bater-me-ão à porta sem necessitar de convite.
terça-feira, julho 03, 2007
Os 3 actos de um romance
1º Acto
Ele vai-se chegando… faz ronrom ao ouvido dela… é aqui que começa tudo…
Ela derrete-se… e deixa que ele continue…
2º Acto
E o romance fica ao rubro… seguem-se as mil e uma noites, as mil e uma promessas…
Diz ele:
E ela responde:
3º Acto
E já ele começa a distanciar-se… dizendo:
Ela responde… então e tu… e tu?!
Ele vai-se chegando… faz ronrom ao ouvido dela… é aqui que começa tudo…
Ela derrete-se… e deixa que ele continue…
2º Acto
E o romance fica ao rubro… seguem-se as mil e uma noites, as mil e uma promessas…
Diz ele:
E ela responde:
3º Acto
E já ele começa a distanciar-se… dizendo:
Ela responde… então e tu… e tu?!
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